20 de agosto de 2010

mais do mesmo, do mesmo, do mesmo...

Na época, pedia pra ele parar.
Ela ainda não bebia.
Do banco de madeira, da escada em 's', da porta, dos lenços, restaram os mesmos erros e o pote vazio: aprendeu da pior maneira.
Uns dizem que foi a doença, outros hereditariedade.
Ela afirma foi desamor.
Sem culpados, nem inocentes, somente vítimas.
Ouviu isso certa vez... não lembra o nome. Foi única coisa interessante dita por ele.
Vitimas das vítimas das vítimas...
Ouviu também pra não se fazer, mas quem falou não viveu.
Jogou tudo pro alto, estuporou, esvaziou... Igual o pote.
Hoje, sem julgamentos, afeiçoa sem entorpecentes.
Às vezes, fantasmas rondam a casa. Dia desses expulsou o último e teve certeza.
Ela quer amor apenas ou talvez a verdade. Saudade.

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